a) O que é internet?
A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados. A Internet é a principal das novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs). Ao contrário do que normalmente se pensa, Internet não é sinónimo de World Wide Web. Esta é parte daquela, sendo a World Wide Web, que utiliza hipermídia na formação básica, um dos muitos serviços oferecidos na Internet.
b)Como e quando ela surgiu?
A maioria das pessoas concorda que as origens da Internet, se dá durante o final da Segunda Guerra Mundial entre 45/46.O que hoje forma a Internet, começou em 1969 como a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency, ou Agência de Pesquisa de Projetos Avançados, uma subdivisão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ela foi criada para a guerra, pois com essa rede promissora, os dados valiosos do governo daquele país estariam espalhados em vários lugares, ao invés de centralizados em apenas um servidor. Isso evitaria a perda desses dados no caso de, por exemplo, uma bomba explodisse no campus. Em seguida, ela foi usada inicialmente pelas universidades, onde os estudantes, poderiam trocar de forma ágil para a época, os resultados de seus estudos e pesquisas. Em Janeiro de 1983, a ARPANET mudou seu protocolo de NCP para TCP/IP. Em 1985 surge o FTP.Contudo, a Internet só se tornou possível pela contribuição do cientista Tim Berners-Lee e ao CERN, Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa científicas e mais tarde acadêmicas, interligando universidades; a rede coletiva ganhou uma maior divulgação pública a partir dos anos 1990. Em agosto de 1991, Berners-Lee publicou seu novo projeto para a World Wide Web, dois anos depois de começar a criar o HTML, o HTTP e as poucas primeiras páginas web no CERN, na Suíça.No Brasil,a conexão de computadores por uma rede somente era possivel por fins estatais.Em 1991, a comunidade academica brasileira conseguiu, através do ministerio da ciencia e tecnologia, acesso a redes de pesquisa internacionais.Em maio de 1995 a rede foi aberta para fins comerciais,ficando a cargo da iniciativa privada a exploração dos serviços hoje para conectar seu computador o usuario paga os serviços de um provedor de acesso ou tem conexão direta.
O que é possivel fazer via internet?
De um modo geral, qualquer atividade que envolva a troca de informações. Pessoas conectadas à Internet podem, muito facilmente, acessar informações localizadas em diversas partes do mundo. Transferências de arquivos de dados e programas. Através da Internet é possível se acessar computadores que contém grandes depositórios de programas disponíveis em muitos casos a custo zero. Esses programas e arquivos podem ser transferidos para o microcomputador do interessado com relativa facilidade, através de programas que utilizam direta ou indiretamente o FTP (file transfer program), um programa utilizado por muitos computadores da Internet. Muitas empresas já utilizam esse processo para a venda de software via Internet, reduzindo com isso o custo de produção física, embalagem e transporte de disquetes e manuais impressos.
Quais os serviços que a internet oferece?
Correio eletrônico(envio e recebimento de e-mails);World Wide Web (Através de páginas web classificadas por motores de busca e organizadas em sítios web, milhares de pessoas possuem acesso instantâneo a uma vasta gama de informação online em hipermídia); Acesso remoto(permite que utilizadores de computadores conectem outros computadores facilmente, mesmo estando em localidades distantes no mundo);Colaboração(Sistemas de controle de versão gerenciam a colaboração entre diversas pessoas, mantendo um histórico de trabalho e evitando que esforço de um acidentalmente anule o esforço do outro);
Compartilhamento de arquivos(Um arquivo de computador pode ser compartilhado por diversas pessoas através da Internet); Transmissão de media (Vários canais de televisão na Internet oferecem transmissão de áudio e vídeo em tempo real) ;Motores de Busca 5 Uso(Os motores de busca, ou buscadores, são sítios da Internet cuja função é indexar, classificar, organizar e fornecer resultados relevantes ao usuário com base em palavras-chave).
O que é preciso para acessar a internet via pc convencional?
Métodos comuns de acesso doméstico à Internet incluem o acesso discado ou por banda larga por meio de cabos (como ADSL, ISDN), acesso dedicado, sem fio (Wi-Fi) por satélite ou por telefones celulares 3G. Locais públicos para acesso à grande rede incluem bibliotecas e cyber cafés, nos quais computadores conectados são disponibilizados para uso temporário.
O que é preciso para acessar a internet via pc wireless?
A tecnologia Wireless (sem fio) permite a conexão entre diferentes pontos sem a necessidade do uso de cabos (nem de telefonia, nem de TV a cabo, nem de fibra ótica), através da instalação de uma antena e de um rádio de transmissão. O sinal é recebido em alta freqüência, portanto não interfere em nenhum tipo de aparelho eletrônico. Wireless (wire=fio, less=sem) significa um sistema de antenas interligadas entre si, que transmitem informações via ondas de rádio. Essa tecnologia vem sendo amplamente adotada por se tratar de uma solução que possibilita alta velocidade a um custo semelhante ao da conexão discada.
http://piano.dsi.uminho.pt/museuv/INTERNET.PDF
http://www.brasilescola.com/curiosidades/como-surgiu-a-internet.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/internet
INTERNET2
http://www.dcc.ufrj.br/~schneide/es/2000/1/ex1/al10_23_a.htm
A Internet2 é projeto de colaboração entre mais de 100 universidades americanas para desenvolver aplicativos de pesquisa e aprendizado avançados através da rede.Os colaboradores da Internet2 planejam usar ferramentas do "Quality-of-Service (QoS)" de modo que os participantes possam reservar e usar uma banda mais larga para eventos especiais ou em determinados períodos de tempo. Estas são algumas possibilidades previstas para Internet2:
Módulos distribuídos da aprendizagem: Internet2 prevê ferramentas que facilitariam a criação do que se pode ser chamado de "LearningWare", usando metodologias de programação orientada à objeto existentes. Internet2 pode também ajudar realizar o Sistema de Gerência Instrutivo(SGI), um processo padrão para usar o Internet no desenvolvimento e entrega de pacotes de aprendizado e ainda acompanhar os resultados. Podemos ver o SGI como uma maneira mais estruturada de explorar os materiais da aprendizagem na web.
Novas maneiras de planejar e obter informação: Com conexões de alta velocidade da Internet2, as experiências em tal nível gráfico serão possíveis; e as idéias novas podem ser tentadas. Nos ambientes onde a informação atualizada é valiosa, a informação pode ser servida para os usuários prontamente.
Compartilhamento do ambiente virtual: Às vezes chamada de tele-imersão, os participantes das teleconferências poderiam compartilhar a percepção de que todos se encontram no mesmo espaço físico, possivelmente com modelos virtuais (reais, na medida do possível) do trabalho compartilhado como modelos de arquitetura ou storyboards multimedia. Você seria capaz de "estar" com outros em uma sala de conferência remota, conversando e talvez manipulando objetos.
Laboratório virtual: Um laboratório virtual permitiria que cientistas em diferentes partes do planeta, cada um com sua especialidade, tecnologia e/ou dados colaborasse eficientemente não simplesmente em uma reunião mas de maneira contínua. Na prática, tal projeto combinaria esforços e recursos em torno de objetivos comuns. Por exemplo, um grupo de astrónomos e de técnicos de computador nos centros dos Estados Unidos está tentando compartilhar experiências e conhecimento sobre a origem do universo. A observação de possibilidades alternativas poderia resultar em ainda mais alternativas ou até em melhoramentos nas já existentes. Os laboratórios virtuais seriam usados também em projetos de grande porte, como design e construção de aviões ou o estudo e predição de padrões climáticos.
Rede de alta velocidade começa operando a 155 megabits por segundo
http://www.rnp.br/noticias/imprensa/2001/not-imp-010810.html
Rede mundial de alto desempenho que está sendo montada para superar as deficiências da Internet atual. Utilizando links de velocidade mínima de 155 Mbps (megabits por segundo) e podendo chegar a 2,5 Gbps (bilhões de bits por segundo), a Internet 2 permitirá baixar em segundos um arquivo que hoje exige horas de conexão.Mais importante que a velocidade, contudo, é a prática e desenvolvimento de aplicativos impossíveis de serem executados na infra-estrutura atual da Internet. Dois exemplos desses novos serviços - de forte impacto social - são a telemedicina, que incluirá diagnóstico e monitoração de pacientes a distância, e a teleducação, com transmissão de aulas e palestras em tempo real, beneficiando inicialmente as universidades e no futuro o ensino de primeiro grau.
Ainda há muito a ser pesquisado sobre a necessidade dos usuários e o potencial das tecnologias para redes de alto desempenho, não se sabendo ainda o limite do que é tecnicamente possível. No entanto, diversas outras aplicações já estão em fase de testes: bibliotecas digitais com reprodução de imagens de áudio e vídeo de alta fidelidade, laboratórios virtuais com instrumentação remota, tecnologias para debates virtuais em tempo real, projeção de telas de computadores em três dimensões, controle remoto de microscópios eletrônicos etc.Inicialmente, o objetivo da Internet 2 é a pesquisa, contemplando universidades, institutos, agências de governo e determinados prestadores de serviços. Mas, a exemplo da Internet atual, que ao ser criada se restringiu aos meios acadêmicos e depois acabou popularizada, a nova rede na certa evoluirá comercialmente. "Estamos numa espiral constante e em breve os resultados da Internet 2 serão disponibilizados para todos", afirma Clésio Tozzi, coordenador geral de Informática da Unicamp e responsável pelo consórcio formado para implantação de uma rede metropolitana de alta velocidade em Campinas (Remet-Campinas), que é liderado pela Universidade.
A Internet 2 é uma iniciativa norte-americana e envolve cerca de 150 universidades e outras instituições dos Estados Unidos. O Brasil, por meio do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e da Rede Nacional de Pesquisas (RNP), acertou sua participação no projeto durante a visita do presidente Bill Clinton em 1997, lançando imediatamente um edital para a criação de Redes Metropolitanas de Alta Velocidade (Remavs) em diversas regiões do país.
Entre os 14 consórcios selecionados está a Rede Metropolitana de Campinas (Remet-Campinas), formada pela Unicamp, Prefeitura Municipal, Embrapa e operadora de TV a Cabo Net. Numa segunda fase, estas Remavs serão interconectadas formando um backbone nacional de alta velocidade, que se planeja conectar à Internet 2 nos Estados Unidos.
A primeira interligação entre redes de alta velocidade, centrada no Estado São Paulo, está se dando agora em agosto, entre Unicamp e USP, utilizando-se um enlace de fibra óptica da Telefônica capaz de operar a 2,5 gigabits por segundo. De acordo com Leonardo Mendes, do Departamento de Comunicações da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, a rede de alta velocidade já estava implantada (seguindo o Projeto Multicom-21), mas faltavam os equipamentos que permitiriam o seu uso.
O enlace principal desta interconexão estará ligando as estações telefônicas Castelo, em Campinas, e Perdizes, na Capital. Na estação Castelo ficam conectadas a Unicamp - com maior utilização inicial da rede por parte da FEEC e do Hospital das Clínicas - e a própria Telefônica. À estação Perdizes estão ligados USP, Incor, Hospital São Paulo, Telefônica e Fapesp.
A Internet 2 vai exigir uma nova geração de protocolos de transferência de dados. Alguns desses protocolos já estão sendo utilizados nas redes de alta velocidade. É o caso do ATM (Asynchronous Transfer Mode), tecnologia empregada nos projetos Remet-Campinas e Multicom-21, baseada em pequenas células que permitem aos dados "escapar" de possíveis congestionamentos na rede.
Outros como o IPv6, que aumenta o número de bits de endereçamento e controle para o protocolo, ainda estão sendo testados ou em desenvolvimento. "Além do aumento do número de bits para endereçamento, que facilitará o crescimento e generalização do uso da rede, o IPv6 possibilitará conexões mais seguras e com melhor qualidade", explica Marçal dos Santos, gerente de desenvolvimento tecnológico do Centro de Computação da Unicamp (CCUEC).
VELOCIDADE IMPRESSIONA
A velocidade da rede é medida em bits por segundo. A velocidade de 10 Mbps (dez mil bits por segundo), que parece razoável para a Internet, pode ser insuficiente para disponibilizar várias aplicações aos usuários. No Brasil, a Internet 2 começará operando a 155 Mps (velocidade 15 vezes maior), podendo alcançar 2,5 Gbs (250 vezes maior).
Esta velocidade espantosa parece ser o grande diferencial da nova rede, mas Clésio Tozzi, coordenador da Remet-Campinas, prefere evitar comparações: "São dois projetos diferentes e nada impede que se subam as taxas de transmissão da Internet atual, aumentando sua velocidade. Muito mais importante é o conjunto e a qualidade dos novos serviços que serão oferecidos pela Internet 2", explica.
A transmissão de vídeo com boa definição, igual à TV comercial que assistimos (com tela inteira de um PC e 30 quadros por segundo), trará um benefício inestimável à medicina, segundo Marçal dos Santos. "No atendimento a um acidentado, uma câmera na ambulância permitirá ao médico especialista antever os procedimentos de urgência a serem aplicados ao paciente", exemplifica.
Com a telemedicina, o médico poderá realizar um exame e transmitir os dados para o laboratório especializado, recebendo a análise pela rede sem necessidade de deslocamento do paciente, muitas vezes debilitado ou sob risco de vida. A nova rede também ampliará o atendimento a áreas remotas, onde há falta de médicos. Raios-X e tomografias serão transmitidas e analisadas por uma ou mais equipes de especialistas, sem perda de precisão ou conteúdo, o que é fundamental em se tratando de imagens médicas.
No caso da teleducação, materiais de ensino multimídia estarão à disposição em tempo real. A Unicamp, em particular, está avaliando o potencial da nova tecnologia para formação de professores, transmissão de seminários e cursos para a comunidade acadêmica, além da implantação de servidores para bate-papo, áudio e vídeo.
"Poderemos, em alguns anos, assistir a um vídeo numa locadora virtual, sem fita (já que o filme vem pela rede) e com a mesma qualidade que temos hoje na fita Hi-fi ou DVD", acrescenta Marçal, já pensando em tirar proveito da Internet 2 para seu entretenimento.
WEB 2
O conceito de lidar com a web mudou. A informação cresceu de forma assustadora e deixou de estar centralizada fragmentando-se em milhares de sites e blogs que hoje detêm o conteúdo relevante da web. Ela deixou também de ser um aglomerado de documentos e se transformou em uma rede de dados e informação. Ainda existe a porcaria e o inútil? Claro que sim, e provavelmente continuará a existir, mas a informação relevante está mais acessível e em um número milhares de vezes maior do que antes. O conceito de web 2 surge quando o comportamento de quem usa e de quem cria a web se altera de forma drástica com o advento dos agregadores de Feeds, web services, onde os dados podem ser acessíveis por SOAP (Simple Object Access Protocol) e outras tecnologias, APIS (Application Programming Interface - ), Serviços como Google Maps, Sistemas VoIP, Podcasters, Flickr, Del.cio.us, FeedBurner, acesso por celulares, palm-tops e dezenas de outros serviços e produtos e coisas que estão caracterizando esta nova maneira de lidar com a informação. Interfaces como estas mudaram a maneira com que nós acessamos, armazenamos e compartilhamos a informação. Este é o ponto. Por isso que todos estão chamando a web 2 de “a web como plataforma”. Mas eu não quero falar aqui o que é Web 2 coisa que outros já falaram,e sim sobre como desenvolver sites para a web 2.
Criando para a web 2
Acreditem ou não mas um código semântico, acessibilidade e conteúdo separado da apresentação é a base de tudo isto. Não pense em acessibilidade como algo específico para deficientes visuais. Tenho pensado mais em acessibilidade considerando que é um maneira perfeita de não obstruir informação para nenhum spider ou mecanismo de busca do que em pessoas com deficiências visuais. O resultado disso é um site mais acessível para todos, tanto pessoas quanto user agents.
Se você ler as documentações de como o Google e o Technorati“enxergam” um site, você vai perceber que eles são deficientes visuais e nunca vão “ler” o que está escrito em uma imagem ou ver um site da maneira como você as vê. É preciso dar significado para o seu conteúdo.
Milena Amaral Oliveira,Turma 412
terça-feira, 21 de agosto de 2007
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